Noções básicas sobre script – Parte I

Os scripts podem (e algumas vezes devem) ter suas funções, variáveis e eventos organizados de acordo com o estado ou comportamento desejado do objeto.

Por exemplo, podemos codificar uma porta que deve abrir e fechar ao comando do proprietário, em um único bloco de código, sem uma clara separação entre o que fazer quando estiver fechada ou aberta. Porem, uma forma clara e relativamente obvia de organizar o código, é separá-lo em o que fazer se a porta estiver aberta (estado aberto) ou fechada (estado fechado).

Podemos criar quantos estados for necessário ao nosso objeto, um estado sempre tem o seguinte esqueleto:

Nome_do_estado

{

codigo_vai_aqui;

}

Se não há necessidade de criar um estado especifico, nosso script sempre terá ao menos um estado, chamado de “default”.

O estado “default” é o primeiro a ser executado pelo objeto, quando da sua instanciação, ou inicialização. A partir dele, podemos chamar outros estados criados por nós.

Eventos

Eventos são situações a que o script está apto a responder, automaticamente, na medida em que ocorrem. Por exemplo, alguém te chama neste exato momento, sua reação é a de parar de ler este texto e atender/responder a pessoa. Você pode querer ignorar a pessoa e não responder, mas automaticamente sua atenção é desviada. Ao fato de alguém te chamar, em programação, chamamos de evento, ocorreu o evento “chamado”. Sua mente automaticamente responde a este evento com uma reação previsível. Em programação, é exatamente isto que ocorre porém, a reação a determinado evento é codificada (escrita) de acordo com a vontade e propósito do programador.

Temos alguns eventos a que podemos programar nosso objeto para responder. Sua sintaxe básica é:

Nome_do_evento( )

{

Código_a_executar;

}

Entre os ( ), logo após o nome do evento, podemos ter declarados uma ou mais variáveis, a função destas será explicada adiante.

Tentem identificar no nosso exemplo os dois eventos presentes, sendo um sem declaração de variável e o outro com.

 

state_entry()

{

}

touch_start(integer total_number)

}

{

“state_entry” e “touch_start” são nomes sugestivos de dois eventos. O primeiro é o evento que ocorre quando se entra no estado atual, quando o objeto é iniciado ou instanciado. Sua utilidade para nós é atribuir valores á variáveis, definir propriedades do objeto, entre outros. Neste script, ao evento de entrada, respondemos com uma função, que somente imprime na tela, “Hello, Avatar”.

Já o segundo evento (touch_start), como o próprio nome sugere, responde ao evento toque, que no nosso caso é o clique do mouse. Sua resposta é unicamente imprimir na tela “touched”, utilizando a mesma função usada no evento “state_entry”. Percebam que não existe “imprimir” e sim dizer algo.

Funções

Temos a nossa disposição aproximadamente 400 funções pré-definidas. Podemos também crias nossas próprias funções. Função é simplesmente o que fazer e como fazer, com relação a um objetivo especifico.

Vamos imaginar uma função chamada “tomar_banho”. O que fazer enquanto realizo esta função? Como realizar esta função. Não sei o que está pensando, mas acredito que ler um jornal, almoçar, jogar vídeo-game etc. não esteja na lista da sua função “tomar_banho”.

Perceba com isso, que (provavelmente) pensou somente em coisas relacionadas realmente ao banho. Assim é com as funções embutidas e as criadas por nós, elas servem a um propósito definido, organizadas de forma lógica.

A sintaxe de uma função criada por nos é idêntica á de eventos, o que as diferencia é que eventos são executados automaticamente, e as funções são chamadas explicitamente, ou seja, quando é conveniente que elas ocorram.

Nome_da_função( )

{

Codigo_a_executar;

}

Já as funções embutidas, podem parecer diferentes por não possuir visualmente o código a executar, mas são funções, como o próprio nome diz embutidas, o código a executar está embutido, não disponível para visualização.

Caso não tenha percebido a única função de nosso script, aqui esta ela:

llSay(0, “Hello, Avatar!”);

llSay(0, “Touched: “+(string)total_number);

A primeira chamada a esta função está no evento entrada do estado padrão, e a segunda está no evento toque (ou clique). Esta função tem dois parâmetros, sendo o primeiro um valor do tipo integer, e o segundo do tipo string). Com o primeiro parâmetro dizemos a

função em que canal dizer, e com o segundo parâmetro informamos o que dizer.

Com isso acredito que encerramos nossa dissecação deste script. Resumindo, ao anexarmos este script em um objeto, ele dirá

“Hello, Avatar”, e toda vez que o objeto for criado, ele dirá “Touched”. Nada muito interessante, mas espero que tenha compreendido como toda essa “mágica” ocorreu .

Fonte:

https://ab660eec-a-62cb3a1a-s-sites.googlegroups.com/site

 

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Novidades no Virtual Life Brasil!

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Como criar uma textura alpha.

O que é uma textura alpha?

Transparência em texturas em arquivos do tipo TGA e PNG, que podem ser carregadas (upload) através do seu Visualizador, que são armazenadas como uma grade de dados em uma escala de cinza é chamada de canal alfa.

Elas geralmente são usadas ​​para criar formas orgânicas, como chamas, árvores, roupas com tecido rasgado – praticamente qualquer coisa onde as dimensões visíveis do contorno do objeto são indesejáveis.

Hoje vou ensinar como criar uma textura alpha, assista o vídeo e crie as suas!

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Como criar uma tatuagem

Assista o vídeo abaixo e aprenda como criar uma tatuagem:

O link da página para baixar os templates em psd. é:

http://www.robinwood.com/Catalog/Technical/SL-Tuts/SLPages/AVUVTemplates.html

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Criando uma porta no VL.

Crie um objeto (prim) e edite-o para termos um formato de porta.

Na aba Objeto edite para:
Tamanho (metros):
X = 0.200
Y = 3.000
Z = 3.000

Recorte Inicio e Final:
I = 0.055
F = 0.375

 

Na aba Conteúdo crie um novo script e renomeie para Script Porta.

Copie o Script a baixo e cole dentro deste arquivo.

// Início Script

float delay = 10.0;
float direction = 1.0;
float volume = 0.5;

key open_sound = “cb340647-9680-dd5e-49c0-86edfa01b3ac”;
key close_sound = “e7ff1054-003d-d134-66be-207573f2b535”;

default {

state_entry() {
state open;
}
}

state closed {
state_entry() {
llTriggerSound(close_sound, volume);
llSetRot(llEuler2Rot(<0,0, direction * PI_BY_TWO>) * llGetRot());

}
touch_start(integer total_number) {
state open;
}
collision_start(integer total_number)
{
state open;
}

timer()
{
llSetTimerEvent(0.0);
}
}

state open {
state_entry() {
llTriggerSound(open_sound, volume);
llSetRot(llEuler2Rot(<0,0, direction * PI_BY_TWO>) * llGetRot());

llSetTimerEvent(delay);
}

on_rez(integer start_param) {
state closed;
}

touch_start(integer total_number) {
state closed;
}
collision_start(integer total_number)
{
}
timer()
{
llSetTimerEvent(0.0);
state closed;
}
}

// Final Script

Após isso feito salve seu script.

Agora salve esta textura em seu computador e leve-a para o VL para aplicarmos como teste em nossa porta:

Textura Porta

Lembre que, você poderá trocar a textura da porta conforme sua necessidade esta textura é apenas para teste caso você não possua nenhuma textura em seu inventário.

Na aba Textura, clicando no quadrado em que diz Textura, você poderá encontrar a textura que trouxemos para o VL, na janela que abrir digite Textura Porta, selecione-a e a seguir vá ao botão Selecionar.

Para equalizar sua textura fique atento que você terá várias faces da porta:
Frente, traz, lado direito, lado esquerdo, cima e baixo.
Vamos aos valores destas imagem para melhor apresentação da porta.

Ainda na Aba Textura, marque editar textura e clique na face da frente da porta, vamos inserir os seguintes valores onde diz Repetir por Face.
Na face da frente:
Horizontal (U) = 1.000
HorizoVertical (V) = 1.000

Na face de traz de sua porta:
Horizontal (U) = 2.000 (marque o Flip)
HorizoVertical (V) = 1.000
Deslocamento:
Horizontal (U) = 0.500
HorizoVertical (V) = 0.000

Nas demais faces: (laterais superior e inferior)
Remova a textura e aplique uma cor sólida no meu caso usei a cor Preta.

Pronto, temos nossa porta construida e pronta para uso, renomeie este objeto para Porta, e deixe com as opções Copiar e Modificar, assim você poderá fazer várias copias desta porta e aplicar conforme suas necessidades, para fazer a porta abrir no outro sentido, basta rotacioná-la na vertical em 180º Graus.

Espero que esta dica tenha ajudado vocês.

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Movimentos básicos nos Mundos Virtuais

Meu post de hoje é sobre algo simples, mas que nem todos têm conhecimento: como se movimentar nos mundos virtuais.

Para movimentar o Avatar e a câmera, selecione os atalhos mais importantes:

Andar – setas (para frente e para trás);

Voar – Home; Page Up e Down para voar para cima e para baixo;

Movimentar câmera sem mexer o avatar: mantenha Alt pressionado, ou use o controle de câmera: View/Camera Control;

Focar em um objeto – CTRL + ALT; selecione o objeto com a lupa; você pode então se aproximar do objeto usando o mouse, e movimentar a câmera usando as setas ou o mouse com o botão esquerdo pressionado;

Movimentar-se rapidamente com o mouse– M – o avatar some da tela e você entra no mode de visão em primeira pessoa, e pressionando W você começa a se movimentar para onde seu mouse apontar (as teclas S, D e A também funcionam como substitutas das setas, pois sua mão direita está ocupada com o mouse).

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Virtual x Real

Engraçado, como temos a tendência a tratar as coisas aparentemente opostas, como coisas totalmente inconciliáveis. Esquecemos, no entanto, que o equilíbrio se dá pela harmonia entre os opostos. Que a diferença não exclui ou discrimina, pelo contrário, complementa.

E é sob esse ângulo que reina meu “post” de hoje: os opostos mundos do Virtual e do Real.

A palavra virtual vem do latim medieval “virtualis”, que por sua vez, originário de “virtus”, significa força, potência. Ou seja; a palavra virtual traduz tudo àquilo que tem força e potência para tornar-se real; assim como uma árvore que está virtualmente presente na semente; assim como uma borboleta que está virtualmente presente na lagarta; assim como a morte que está virtualmente presente na vida.

A leitura que devemos fazer, é que na verdade, o virtual não se opõe ao real, mas sim, ao atual. O virtual traz em si, todas as possibilidades de transformação de um estado atual. Assim como a semente em seu estado atual não é uma árvore, mas possui todas as possibilidades de ser.

O fato é que isso demanda estudo, trabalho, paciência, foco, determinação, perseverança etc. E nem todos estão dispostos a isso. A maioria prefere ficar em sua zona de conforto, reclamando quando algo não funciona como gostaria, ou adaptando-se a uma vida sem muitas exigências pessoais, mas também sem muitas conquistas.

O mundo virtual não é viver fora da realidade, pelo contrário, ele é a estimulação à transformação individual em todas as áreas de nossas vidas. Ele é um campo de aprendizagem contínuo em todos os níveis, sejam eles, filosóficos, antropológicos ou sociopolíticos.

A virtualização é exatamente a essência da transformação, do “devir”.

O mundo virtual traz em si uma poderosa ferramenta que nos coloca em processos de criação, abrindo as portas do futuro e perfurando os nossos poços mais internos, nunca antes penetrados.

Portanto, antes de discriminar, criticar e taxar como “isso” ou “aquilo”, procure apreender, pensar e compreender toda a amplitude da virtualização.

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Administração virtual

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“O espírito de equipe significa ter pessoas capazes, dinâmicas, podendo trabalhar a qualquer distância e saber lidar com suas funções, obtendo resultados positivos.”

Talvez a grande mudança desta era e a que mais surpreende a percepção das pessoas seja o desafio que a tecnologia representa ao tempo e ao espaço. Se a pouco mais de cem anos uma pessoa poderia levar um mês se deslocando de Paris a Viena para assistir a um concerto, hoje basta um teclado, e instantaneamente você estará em contato com qualquer pessoa no planeta.

Se por um lado, a tendência de humanização generalizada do trabalho já é uma realidade, por outro lado se investe no desenvolvimento da inteligência artificial, tecnologia integrante do quarto ciclo econômico. Dentro de poucos anos, talvez ela possa substituir plenamente os gestores humanos, indo portanto muito além da simples substituição da mão-de-obra em atividades que podem ser automatizadas, conciliando humanização do trabalho com o aumento da produtividade.

As necessidades organizacionais, por uma dinamização do fluxo de informações, têm causado o desenvolvimento de tecnologias diversas, não apenas alterando os tempos de resposta aos estímulos internos e externos, mas mudando todo o nosso método de trabalhar e a estrutura organizacional das mais diversas entidades. Chegamos hoje a um estado tal, que se pode afirmar que o simples ato de viver já faz ficar ultrapassado, caso não se atualizem a uma frequência periódica as organizações que não forem adotar esta política; justamente devido à dinamização e rapidez crescente do fluxo informativo.

A diferença agora é, que não é o mais forte fisicamente que irá sobreviver, e sim, aquele que puder melhor assimilar as mudanças do tempo; mudando junto com elas. No campo individual, surgiram novos empreendedores, que viram neste desenrolar da história novas oportunidades de negócio, colocando a disposição novos produtos para novos mercados. As empresas já existentes nos mais diversos ramos e que estão sobrevivendo, adaptaram as suas estruturas a nova realidade organizacional, fazendo assim nascer à organização virtual e a sua forma de gestão: a administração virtual.

Para uma empresa ser empreendedora, ela deve possuir características especiais, além de ser nova e pequena, criam algo novo, diferente e mudam ou transformam valores.

O empreendedor sempre está buscando a mudança, reage a ela e explora como sendo uma oportunidade, virtual ou não.

Fontes:

DAVIDOW, W. H.; MALONE, M.S. A Corporação Virtual. São Paulo: Pioneira, 1993.

DUFFY, Margaret. Ten Prescription for surviving and Thriving in the Virtual Organization. In Public Relations Quarterly. EUA: Summer, 2003.

IANNI, Octavio. Teorias da Globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.

http://www.tutorexecutivo.com

 

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Feliz Ano Novo!

Nós, do Virtual Life Brasil, desejamos a todos um ano novo com muitas realizações, muita saúde, paz, amor, harmonia etc. Entretanto, desejamos a todos também, a consciência de que nada muda se não mudarmos primeiro. De que, nada adiantarão os pedidos e oferendas religiosas, ou até mesmo, as “milagrosas simpatias”, se a mudança que queremos em nossas vidas, não acontecer dentro de nós.

Somos o resultado de tudo que projetamos. O homem é aquilo que ele aspira e respira ser, já dizia Jorge Adoum.

Então, partamos para as mudanças de dentro para fora! É hora de renovação! É hora de limpar os armários internos e externos! É hora de faxinas, internas e externas!

Feliz 2016

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Boas Festas!

cartoes de natal e ano novo 2015

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